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Michael Jackson não foi um mega-astro porque seu pai o obrigou em certas circunstâncias, a executar coreografias exemplares, nem tão pouco por apanhar repetidas vezes para acertar algo cujo pai o repreendia e o chamava de feio, venta chata, cabelo de surubim.Michael foi uma estrela, digo estrela porque em geografia aprendemos que elas têm luz própria! O elenco de coreógrafos, passava em média seis meses ensaiando as marcações para um musical com Jeckson. Em pouco tempo, ele chegava e brilhava no palco. Os grande são assim: Olhemos o belo, nele há mistérios, revelações, divindades sem explicações, inveja e, quantas indagações para elucidar o tão comum Michael. Jesus Cristo foi chamado de comilão.E daí? Questione.
Escrito por geraldoanizio às 12h18
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Você está pensando que é pra qualquer comedor de feijão falar recheado com expressões populares! Isso é coisa pra lá de difícil; é como se aprender outra língua. Você não precisa ir à Roma dos Césares para entender o significado de alguns ditados populares. Aqui mesmo no Blog do Geraldo, você não fica a ver navios e aprende tudo sem cair no conto do vigário.
Assim é que deveria ser dito!
Dito Popular: “Quem tem boca vai a Roma”. O correto seria: “Quem tem boca vaia Roma”. (do verbo vaiar).
Dito Popular: “Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro”. O correto seria: “Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro”.
Dito Popular: “Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão”. O correto seria: “Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão”.
Dito Popular: “Cor de burro quando foge”. O correto seria: “Corro de burro quando foge!”
Dito Popular: “Cuspido e escarrado”. (alguém muito parecido com oura pessoa). O correto seria: “Esculpido em carraro”. (tipo de mármore).
Dito Popular: "Quem não tem cão, caça com gato". O correto seria: "Quem não tem cão, caça como gato". (ou seja, sozinho, esgueirando, astutamente, traiçoeiramente).
Veja também como surgiram esses:
O pior cego é o que não quer ver Significado: Diz-se da pessoa que não quer ver o que está bem na sua frente. Nega-se a ver a verdade. Histórico: Em 1647, em Nimes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D'Argenrt fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel. Foi um sucesso da medicina da época, menos para Angel, que assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imagina era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou para a história como o cego que não quis ver.
De cabo a rabo Significado: Total conhecedor. Conhecer algo do começo ao fim. Histórico: Durante o período das grandes navegações portuguesas, era comum se dizer total conhecedor de algo, quando se conhecia este algo de "cabo a rabah", ou seja, como de fato conhecer todo o continente africano, da Cidade do Cabo ao Sul, até a cidade de Rabah no Marrocos (rota de circulação total da África com destino às Índias).
Andar à toa Significado: Andar sem destino, despreocupado, passando o tempo. Histórico: Toa é a corda com que uma embarcação remboca a outra. Um navio que está "à toa" é o que não tem leme nem rumo, indo para onde o navio que o reboca determinar. Uma mulher à toa, por exemplo, é aquela que é comandada pelos outros. Jorge Ferreira de Vasconcelos já escrevia, em 1619: Cuidou de levar à toa sua dama.
Casa de mãe Joana Significado: Onde vale tudo, todo mundo pode entrar, mandar, etc. Histórico: Esta vem da Itália. Joana, rainha de Nápoles e condessa de Provença (1326-1382), liberou os bordéis em Avignon, onde estava refugiada, e mandou escrever nos estatutos: "que tenha uma porta por onde todos entrarão". O lugar ficou conhecido como Paço de Mãe Joana, em Portugal. Ao vir para o Brasil a expressão virou "Casa da Mãe Joana". A outra expressão envolvendo Mãe Joana, um tanto chula, tem a mesma origem, naturalmente.
Onde judas perdeu as botas Significado: Lugar longe, distante, inacessível. Histórico: Como todos sabem, depois de trair Jesus e receber 30 dinheiros, Judas caiu em depressão e culpa, vindo a se suicidar enforcando-se numa árvore. Acontece que ele se matou sem as botas. E os 30 dinheiros não foram encontrados com ele. Logo os soldados partiram em busca das botas de Judas, onde, provavelmente, estaria o dinheiro. A história é omissa daí pra frente. Nunca saberemos se acharam ou não as botas e o dinheiro. Mas a expressão atravessou vinte séculos.
Da pá virada Significado: Um sujeito da pá virada pode tanto ser um aventureiro corajoso como um vadio. Histórico: Mas a origem da palavra é em relação ao instrumento, a pá. Quando a pá está virada para baixo, voltada para o solo, está inútil, abandonada decorrentemente pelo homem vagabundo, irresponsável, parasita. Hoje em dia, o sujeito da "pá virada", parece-me, tem outro sentido. Ele é O "bom". O significado das expressões mudam muito no Brasil com o passar do tempo.
Nhenhenhém Significado: Conversa interminável em tom de lamúria, irritante, monótona. Resmungo, rezinga. Histórico: Nheë, em tupi, quer dizer falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, eles não entendiam aquela falação estranha e diziam que os portugueses ficavam a dizer "nhen-nhen-nhen".
Escrito por geraldoanizio às 11h53
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CRESPÚSCULO Geraldo Anízio Não mais tardará meu porvir Se, em vida não dispenso unicamente; Só Deus faz em mim ressurgir O que guardo precioso em minha mente. Assim o crepúsculo do meu viver É o suporte que me mostra a saída; E na busca de aprender no meu sofrer, Os exemplos que aprendi pela vida! Dessa forma, apresento quase nada, Diante do universo que é Deus! No vastíssimo colorido tão astral; Que os rastros dessa minha escalada Sirvam de exemplos a esses que são meus, A verdade do reino celestial!
Escrito por geraldoanizio às 18h13
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Miscelânea Política As frutas e os legumes, nada têm a ver com os problemas alheios. Mas não era de se esperar para os criativos, principalmente, da política, inventarem as tais metáforas ecológicas. Aí também não faltaram os nomes das quais se casaram muito bem, com os assuntos a serem tratados por outrem. A palavra abacaxi caiu bem! Agora eu só queria saber quem vai descascar esse abacaxi!Esse abacaxi está de lascar o cano! A pessoa que pegar esse abacaxi está apurado! Talvez por ser uma fruta cítrica ou ácida ,ou por parecer uma fruta exótica e chata de se descascar. Será que foi isso? Quem já pegou numa batata quente assim que sai do fogo? Não há quem a suporte na palma da mão. Certamente fora isso que deu margem a ser criada as tais metáforas. Puseram uma batata quente nas mãos do diretor!Agora querem jogar a batata quente pra cima de mim!A situação varia dos múltiplos problemas. O pepino não dera pra fugir da regra! Quem criou o pepino, que agora descasque sozinho! Aquilo está um pepino que eu vou dizer!A palavra “pepino”virou atributo de coisa difícil de se resolver.O que tem a ver o legume com as coisas que o homem cria? Por que laranja? Pensando bem, a laranja ingere-se o sumo e depois descarta o bagaço fora; Talvez seja por isso que o nome tenha dado tão certo. Ele é laranja de fulano! Aquele lá, é o laranja de sicrano. Da para se acreditar em tais nomes os quais sugerem especulações até exóticas como é o caso da “Banana”? Fulano deu bananas para o público. Está aqui pra ele!A banana, coitada, essa passou de fruta para expressão pejorativa de imoralidade sexual e de caráter estrambótico. O melhor disso tudo, é saber que o abacaxi, pepino, batata, banana e laranja, não podem faltar no cardápio brasileiro; não é de se pensar que de vez em quando, fazem salada por aí em tudo que é de lugar. Isso está uma salada que eu vou dizer! Pior é o paladar de quem atura a tais sabores para suportar indigestas refeições. Nessa saga naturalista, somente os vegetarianos ficam de fora. Será? METAMORFOSE Geraldo Anízio Tranquei para balanço minha vida Em busca de ter mais estima; Assim fora tão única saída, De entrar numa reforma íntima. Como é difícil esse exercício pessoal! Se lapido cada falta num açoite... ...e a mudança aparece gradual, Ninguém pense que é do dia para noite! Transubstancio em espírito novo Um corpo que estivera inerte, Na mais sincrônica análise! ...E aquele velho corpo estorvo... Tão perto agora do celeste, Em transparência com a psicanálise!
Escrito por geraldoanizio às 13h53
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Retalhos Venha para casa Geraldo, deixe de ser mal ouvido! Ô meu filho, quem é que está falando com você? Já vou mãe! - Ela entrava, daqui a pouco chegava à janela: Ô meu filho, venha pra dentro de casa! Espere aí mãe! Estou brincando! Você já brincou demais! Pois, depois entre, não demore! Você é teimoso demais! Quero ver quando seu pai chegar! Tem uma coisa, vai se arrepender viu?! Fazer açudes na areia após a chuva era um paraíso encantado e sem fim! Com meus carrinhos de madeira, carregados - brincava de atoleiro feito um carro de verdade no riacho enfrente a minha casa. O plástico quase não havia chegado às lojas. Eu mesmo era o inventor de meus carros de brinquedos!Uma pisa de vez em quando ajudava a recompor a disciplina crua e rígida de meu pai. Os banhos de rio causavam em meu pai medo que eu me afogasse, mas eu me deslumbrava nos poços do rio Seridó; contudo, me esquecia que havia casa para morar. As horas passavam-se como vento nos espinhos do xiquexique. Isso é hora de chegar a casa meu filho? Seu pai vai lhe matar de uma surra! Meu nariz ficava vermelho que só pimenta malagueta! O medo me sucumbia! Passe pra dentro logo! Vai estudar. Hoje tem prova? Você prometeu que não iria mais ao banho de rio! Oh mãe! O futuro estava beirando meu caminho! Entra! Cadê a bicicleta? Eu já disse a você para não andar com esses amigos!Já pegou no livro hoje? A professora disse que você leva o tempo em brincar na escola! Eu quero saber o que você está pensando da vida! Pensa que é brincadeira?! Brincadeira, livros, avisos, atenções... Eu misturava brincar com versos e, o que era sério eu desabrochava! Mamãe era uma artesã fortíssima! Aprendi a compor observando na almofada, o trocadilho dos dedos com os bilros; o belo das rendas feitas com linhas de algodão mocó. Ensinava-me português, sem saber que havia ortografia nem essa tal de lingüística aplicada! Ensinou-me a rezar e conter os pensamentos maus; zelar a roupa que vestia e cuidar bem da aparência pessoal. Com retalhos de tecidos, confeccionava nossas camisas arrojadas da moda. Era eu! Um menino simples sem portões eletrônicos e suítes ricas! E à noite, nossos irmãos, dormíamos numa mesma sala, em humildes redes de tear, com lençóis de panos de sacos de açúcar. Por fim, tudo se repetia ao novo dia com novas histórias depois de um sono bem dormido! Abênção mãe!?
Escrito por geraldoanizio às 20h37
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Ao Pé da Letra Abismado - sujeito que caiu de um abismo. Pressupor -colocar preço em alguma coisa. Biscoito - fazer sexo duas vezes. Missão - culto religioso com mais detrês horas de duração. Padrão - padre muito alto. Estouro - boi que sofreu operação de mudança de sexo. Democracia- sistema de governo do inferno. Barracão -proíbe a entrada de caninos. Homossexual- sabão em pó para lavar as partes íntimas de uma pessoa. Ministério- aparelho de som em dimensões muito reduzidas. Edifício -antônimo de "é fácil". Desviado - uma dezena de homossexuais. Detergente- ato de prender seres humanos. Armarinho -vento proveniente do mar. Eficiência- estudo das propriedades da letra F. Entreguei -estar cercado de homossexuais. Conversão- papo prolongado. Barganhar -receber um botequim de herança. Fluxograma- direção em que cresce o capim. Halogênio- forma decumprimentar pessoas muito inteligentes. Unção - erro de concordância verbal. O certo seria "um é". Expedidor -mendigo que mudou de classe social. Luz solar -sapato que emite luz por baixo. Cleptomaníaco- mania por Eric Clapton. Tripulante- especialista em salto triplo. Viaduto - local por onde circulam homossexuais. Contribuir- ir para algum lugar com vários índios. Aspirado - carta de baralho completamente maluca. Testículo- testo pequeno. Coitado - pessoa vítima de coito. Cerveja - é o sonho de toda revista. Regime Militar - rotina de dieta e exercícios feitos pelo exército. Bimestre - mestre em duas artesmarciais. Caçador - indivíduo que procura sentir dor. Suburbano -habitante dos túneis do metrô. Volátil - avisar ao tio que você vai lá. Assaltante- um"A" que salta. Determine -prender anamorada de Mickey Mouse. Pornográfico- o mesmo que colocar no desenho. Coordenada- que não tem cor. Presidiário- aquele que é preso diariamente. Ratificar -tornar-seum rato. Violentamente- viu com lentidão. Diabetes - as dançarinas do diabo.
Escrito por geraldoanizio às 21h37
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BOSCAITE Parece mesmo uma expressão inglesa, mas tanto faz dizer frinfa como dizer boga. Da mesma forma ,Boscaite, tornou-se uma palavra comum não somente no Nordeste, como em todo o Brasil. Este é o tema que eu escolhi para este texto sem escrúpulo e pudor,. Falar da palavra “anus” parece até piada de anão, pois, na verdade, o mundo todo sabe que há milhares de apelidos dados ao anus. Quem se atreve falar a palavra CU ? Ao menos que haja outra de maneira mais suave como Toba. Não há ninguém no mundo que tenha nascido sem ele. Ignorado, é todo aquele que desrespeite o ambiente familiar, social e, ouse expressar da boca pra fora abertamente esse palavrão. Antigamente as mães diziam limpar a bunda do bebê; hoje, modernamente se diz hoje o bum-bum da criança. Foi nessa temática que resolvi escrever alguns versos sobre o dito cujo. Tanto faz dizer roseta, rosa e goiaba Fedegoso, rasga-calça e espoleta; Olho cego, mucumbuco e boca-mucha Cano de escape, enfurrajado e carrapeta. Desdentado, parreco e fim de espinhaço Chamam de tudo, toba, buraco e de manhoso; Foba e butico, pelado e fim de regada, Rodinha preta, boca-mole e silencioso. Não ignorem o conceptismo refratário De boca de sola, quinca e retentor; Tripa gaiteira, rodinha e farinheiro Loto e apito. Fresado e carburador. São tantos nomes, apelidos coisa e tal Pra gente besta, prepotente e da soçaite; Ter um fueiro, atencioso e relaxado Piscante, brote, anel de couro ou boscaite. Todos têm o seu botão, mas ignoram Faz de fom-fom, beiço mole e feijoeiro; Não tira o cheiro, é fedorento e imundo Rosca, cagueiro, brioco e fogareiro. Só sei dizer que o nome dele é seu boga Chamam de frinfa, tripa-oca e bozó; Folote, cagador, suvino e figueiredo Ás de copa, furico e fê-ó-fó. Geraldo Anízio
Escrito por geraldoanizio às 21h39
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TIRINETE DE EXPRESSÕES POPULARES
Geraldo Anízio
É pra se derreter de achar bom, pois, falar desse jeito tem que ser craque na língua, e nisso, o sertanejo não perde pra ninguém nesse mundo. Pra conversar e bater papo com ele, o cabra tem que ter o ouvido afinado e um vocabulário bem equipado de expressões, senão, o cabra fica mais pro fora do que cinturão de soldado. Taí uma porção delas pra você comparar se realmente está por dentro do nosso linguajar. E, se não estiver vá aprender cabra!
Botão de som é pitôco; Se é muito miúdo é pixototinho; Se for resto é cotôco; Tudo que é bom é massa ; Tudo que é ruim é peba; Rir dos outros é mangar; Já faltar aula é gazear; Quem é franzino (pequeno e magro) é xôxo; O bobo se chama leso; E o medroso se chama frouxo; Tá com raiva é invocado; Vai sair, diz vou chegar; "Caba" (homem), sem dinheiro é liso; A moça nova é boyzinha; Pernilongo é muriçoca; Chicote se chama açoite; Quem entra sem licença emburaca; Sinal de espanto é "vôte"; Quem tem sorte é cagado; Pedaço de pedra é xêxo; Quem não paga é xexêro; O mesquinho ou sovina é amarrado, muquirana, mão de vaca, pirangueiro; Quem dá furo (não cumpre o prometido ou compromisso) é fulero; Sujeira de olho é remela; Gente insistente é pegajosa; Meleca se chama catota; Catinga de suor é inhaca; Mancha de pancada é rôncha; Briga pequena é arenga; Performance ou atitude de palhaço é munganga; Corrente com pingente é trancilim; Pão bengala é tabica; Desarrumado é malamanhado; Pessoa triste é borocoxô, macambúzo; "É mesmo" é "Iapôis"; Borracha de dinheiro é liga; Correr atrás de alguém é dar uma carrera; Fofoca é fuxico; Estouro aqui se chama pipôco; Confusão é rolo; É assim que acontece, visse?
Oxe!
Escrito por geraldoanizio às 10h07
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Gente Bonita


Lorena Medeiros filha dos professores Geraldo Anízio e Isaurina Isaura, está deixando depois de onze anos, a capital, Natal para se estabelecer com os seus queridos pais em Pimenta Bueno município de Rondônia. A jornalista, morou por todo esse tempo na residência da Dra. Ivonete Batista. Com muitas amizades, inclusive, pessoas ligadas ao jornalismo potiguar, fotógrafos, Lorena conviveu por todos esses anos adquirindo experiências com profissionais qualificados. Agora, a profissional desempenhará suas habilidades jornalisticas onde melhor optara; já que sua irmã a arquiteta Georgia Medeiros, desenvolve projetos junto a SEPLAN da Prefeitura Municipal de Pimenta Bueno. Na verdade, Lorena nasceu na cidade de Caicó, na microregião do Seridó. Eita Seridó rico, cheio de gente inteligente e bonita.
Escrito por geraldoanizio às 20h38
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Caminhando Sem as Flores

Geraldo Vandré aos 72 anos, fora visto no show do Sargento Lago na grande São Paulo. O cantor de Disparada, estava sentado discretamente de óculos escuro, assistindo ao show do Lago que interpretava uma das canções dele, Pra não dizer que não falei das flores. O Sargento Lago conversou com Vandré em particular, mas na hora propriamente da exibição, apenas mencionou que tinha grande estima pelo cantor e compositor Geraldo Vandré, e que naquele momento interpretava uma das canções dele em seu novo CD. O que o tempo faz. Há quem diga que este seja o próprio Vandré dos grandes festivais?
Escrito por geraldoanizio às 17h49
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Como se fosse Príncipe
Vejo-me no sertão de novo como nos velhos tempos. Não me farto de ver as coisas da terra de onde a gente nasceu. Fui rever na cidade de Jardim do Seridó, , o prédio do quartel de polícia em que moramos três anos de 1961 a 1963. Segundo minha mãe, certamente por ter nascido naquela cidade, fora a melhor morada da vida dela. Um palácio! Quem já morou num palácio. Pois bem, nós moramos! Tudo isso, porque meu pai na época era o delegado da cidade e tivemos o privilégio de morar num lugar de segurança total. A época já bastava, pois não era preciso falar de segurança, já que a palavra do momento era ORDEM. Um primeiro andar amplo e confortadíssimo, cheio de salas enormes e muitos janelões. Na parte de cima do andar, somente nossa família morava; desfrutando de uma tranquilidade inigualável. Eu me sentia um príncipe, um príncipe simples no sentido da palavra. Creia, não havia revestimento de ouro, nem cortinas douradas, tudo de semblante natural e de uma vida salutar. Na parte de baixo do prédio, estavam as celas de prisões para presos de causas normais e outras para crimes de segurança. Espantoso eu dizer que morei num quartel de polícia! Por sinal, nesses anos havia dois presos por crimes fatais. Ambos ficavam em salas isoladas, haja haver no térreo, cinco celas com grades reforçadas. Do lado direito de quem entra, há uma cela menor com uma porta em grades que dá entrada para uma outra bem espaçosa, que por sequência, uma terceira nos fundos de maior segurança. A morada no quartel de Jardim do Seridó, trouxe-me memórias saudáveis. Estranho contar uma história dessas, lladeados por soldados experientes e presos respeitosos jque cumpriam anos de prisões dentro de um padrão de época. Hoje o quartel é um museu, e para tanto, guarda-me recordações do meu tempo de menino em que eu morava ali e a cem metros, tomava banho nas águas claras do Rio das Cobras. A beleza estava ali! Onde mora a felicidade? Em qualquer parte em que a gente esteja às vezes bem, e por vezes achando que vida não é tão boa assim. Por fim, devo-lhes dizer que depois de quarenta anos de vida, fora uma visita fenomenal. Eu não sabia que a felicidade também morava nos quartéis!Descobri que a felicidade a gente não encontra. É só procurar viver a vida se bem está atrelada a ela.
Escrito por geraldoanizio às 11h01
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Plim-Plim na taça.
Orgulhosamente saúdo a todos da família, amigos e visitantes que ousadamente tiraram um minuto do tempo de vocês para reverem minhas poesias no Blog. Folgo-me em saber da curiosidade, cujo olhar me enveredor em caminhos abertos, cheios de esperanças e valores.Orgulho-me por ter vocês como pessoas do coração. Verdade! A gente só vive uma vez, então devamos fazer desta vida um colosso maravilhoso, e por que não, deixar algo escrito de forma que alguém depois possa lê-lo. Já estive em Natal neste final de 2008; estivemos reunidos com os fotógrafos de Natal-RN, fazendo brilhar os mais autênticos ângulos noturnos em objetivas de pessoas profissionais. Hoje, estou na cidade de Caicó, revendo meu querido pai. Daria tudo para minha mãe estar presente. Impossível! Tenho todos vocês ao meu lado, família grande essa dos amigos confidentes e verdadeiros. Agora, é só esperar o advento do novo 2009. O que este trará para todos nós? As cortinas se abrirão, e virá dois caçuás cheios de roletes de cana caiana bem docinhos, para oferecer a cada um de vocês. Outro de cavaco xinês, doce japonês com pirulitos e sequilhos a vontade. Quero ver primeiro o sertão se vestir do verde esperado. O angico florido, e os juremais verdinhos, como os olhos de Maria. Aí eu verei a flor do mandacaru mais cheirosa e as águas claras, soltar o cheiro gostoso pelos ares do meu sertão. Acho que já será 2009 cheio de paz e sucesso para todos nós. Pego a minha taça e faço plim-plim.
Não esqueçam de nos visitar pelo amor de Deus! Aqui estarei pouco a pouco, escrevendo o nosso linguajar puro e sertanejo, do jeito que ele é e sempre será. Abraços, mas, volte sempre.
Escrito por geraldoanizio às 21h04
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FOLGO-ME SABER QUE ESTOU ESCREVENDO NO MEU DIA A DIA, COMPOSIÇÕES MUSICAIS, E CORDÉIS QUE ME VÊM COMO FORMA PLENA DE UM CONDICIONAMENTO ADQUIRIDO NA MINHA JUVENTUDE. SOU O QUE SOU! CADA PESSOA TEM A TRAJETÓRIA QUE O DESTINO ESTABELECEU. ORGULHO-ME POR TER PARTICIPADO DE VÁRIOS FESTIVAIS DE MÚSICAS PELO SERTÃO. ISSO ME TROUXE EXPERIÊNCIAS MEMORÁVEIS, A PONTO DE SOMAR AMIZADES, E DE TER CONVIVIDO COM OUTROS EXPOENTES, CUJA PERSISTÊNCIA, E LUTA, CHEGOU AO PÓDIO DO SUCESSO. É GRATIFICANTE LUTAR! A MÁXIMA DEIXADA PELOS PORTUGUES NA ÉPOCA DO DESCOBRIMENTO, MOLDOU A INTELIGÊNCIA DOS AVENTUREIROS NA VIDA. FERNANDO PESSOA SOUBE EXPLORÁ-LO: NAVEGAR É PRECISO, VIVER NÃO É PRECISO. ROBERTO CARLOS EM UMA DAS SUAS ENTREVISTAS DISSE: “ANDEI TODAS AS GRAVADORAS DO RIO DE JANEIRO À PROCURA DE GRAVAR. TODAS ME DISSERAM NÃO! PEDI DEPOIS A CARLOS IMPERIAL QUE ME APRESENTASSE À CBS; ASSIM O FEZ”. GRAVAR CD HOJE, É TÃO SIMPLES COMO FILMAR EM CELULAR; MAS, GRAVAR UM DISCO VENIL EM ÉPOCAS PASSADAS, NÃO ERA TÃO FÁCIL COMO SE PARECE! COMPOR, TAMBÉM É UM RICURSO NATURAL, RARO EM ALGUNS ARTISTAS.
IMAGINE COMPOR SEM VÍNCULO PROFISSIONAL! TEM QUE TER ÂNIMO ARTÍSTICO. ASPIRAÇÃO É ALGO INCOMUM, QUE NUMA HORA INCERTA CHEGA SEM AVISAR. O COMPOSITOR PSICOGRAFA UMA MENSAGEM MELÓDICA QUE ANTES NÃO HOUVERA. ISSO É MARAVILHOSO! O POETA NÃO PODE PARAR DE ESCREVER, ASSIM TAMBÉM PROCEDE O ESCRITOR, E OUTROS DE TALENTOS EQUIPARADOS.
FRUSTRAR UMA INSPIRAÇÃO, É ASSASSINAR UM TALENTO PRESCRITO POR DEUS. VIVALDI, COMO ECLESIÁSTICO, MUITAS VEZES, DEIXOU PELA METADE A CELEBRAÇÃO DA MISSA, PARA COMPOR UMA INSPIRAÇÃO MUSICAL. ASSIM FAÇO EU, COM MEU POUCO TALENTO. COMPONHO O QUE ME VEM À ALMA. NÃO POSSO FUGIR DA MINHA HONROSA MISSÃO DE ESCREVER AS MELODIAS E VERSOS QUE OS ANJOS ME CONFIARAM.
Escrito por geraldoanizio às 00h28
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Menina Moça
Autor: Geraldo Anízio
A natureza feminina se transforma
Quando a menina começa perceber;
Encabulada com a mudança do seu corpo
Do colo da mãe ela não quer mais saber.
Vestido novo pra ficar moça bonita
Pó de arroz, ruge e batom vermelho;
Deixa a moçota que já é menina moça
Se espiando o dia inteiro no espelho.
Unhas pintadas, em cores que é da moda
O amor com o tempo, é semente que germina;
Paixão que brota nos olhos da natureza
Nasce a beleza, no coração da menina.
A flor que nasce no pé de xiquexique
Traz a pureza que estava adormecida;
Entre espinhos, desabrocha a beleza
Da natureza que tem pra mostrar pra vida.
Que coisa linda é ver a menina moça
No advento da idade que já quer;
É a natureza revelando seus mistérios
Na criatura mais bonita que é a mulher.
Escrito por geraldoanizio às 11h40
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O nosso amor
Não faça assim
Se fizer dessa maneira
Eu acabo a brincadeira
Haja sofrer tanta dor
Eu sou mesmo um sonhador
Fujo daqui num segundo
Vou bater no fim do mundo
Só por causa deste amor.
O nosso amor
Ele é mais do que bacana
Tem sabor de cajarana
Bem mais do que qualquer fosse
Tem cheiro de melão doce
Dá prazer, dá alegria
Toda hora, todo dia
Mais gostoso que até
Fruta madura no pé
Na rama da melancia.
O cheiro dela
É mais gosto que rapé
É fruta que dá no pé
Caldo de cana caiana
Folha seca, jitirana
Boneca de milho verde
Namoro feito na rede
Remédio que exorciza
Toma até quem não precisa
Pra poder matar a sede.
Só te dou meu coração
Se você tiver cuidado
De deixar bem amarrado
Sem poder fugir da mira
Não posso falar mentira
Nem perder minha razão
Nem que eu morra de paixão
De baixo da macambira.
Eu vou morar
Com você em qualquer parte
Nem que seja na metade
Da terra quando ela gira
Pode ser em Caxemira
Ou no oco do Sertão
Pra não morrer de paixão
Na sombra da macambira.
Eu toco um rock
Danço até com uma formiga
Numa folha de urtiga
Ou num pé de moçambê
Vou chamar Zé tê-lê-lê
Juntos tocarmos viola
Foi no banco da escola
Que aprendi o ABC.
Vou pro Rio de Janeiro
Mostrar toda a minha arte
Pode ser em qualquer parte
Ou no pico cabugi
Gaiola de taquari
Carrapeta de peão
Que eu sou filho do sertão
De São João do Sabugi.
Você está vendo
Que o meu amor é forte
Se você me der à sorte
Eu prometo de verdade
Trazer-lhe felicidade
Tudo isso sem medida
Pro resto da sua vida
Não sofrer mais de saudade.
Escrito por geraldoanizio às 21h36
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